O antígeno prostático específico – do inglês: PSA – é uma proteína exclusivamente (ou quase) produzida pela próstata, como o próprio nome já diz.

1) Pra que serve o PSA?

– Sua função é dar fluidez ao esperma.

2) Qual a relação do exame de PSA com o câncer de próstata?

– Pelo fato da produção do PSA se dar nos tecidos prostáticos, o aumento de células (por exemplo no caso do crescimento de tumor) pode produzir mais PSA ou a lise (destruição) dessas células anômalas liberam PSA na corrente sanguínea de modo que é verdadeira a correlação da elevação dos níveis desta proteína com o câncer.

3) Qual seria o valor normal?

– Os níveis considerados normais para a grande maioria dos pacientes é 4,0 ng/ml. Estes valores têm sido reavaliados, e há uma tendência a diminuir este número (alguns casos deve ser considerado 2,5 ng/ml como o padrão de normalidade).

4) Então, uma vez tendo o PSA acima dos níveis considerados fisiológicos, posso afirmar que o paciente tem câncer?

– Não. Pois, ele não é uma proteína ‘câncer específica’ e sim prostática específica. Ou seja, outras condições que acometam a próstata podem elevar seus valores – inflamações (prostatites, infecção de urina), ejaculação (relação sexual ou masturbação) e manipulações (passagem de sonda, compressão do períneo, andar à cavalo, motocicleta).

Portanto, PSA elevado é sinal de ALERTA! A partir daí devemos avaliar a necessidade de prosseguir investigação invasiva com biópsia da próstata para afastar ou confirmar o câncer. O urologista é o especialista que vai discutir a melhor alternativa para cada paciente, pois exige interpretação e julgamento clínico caso a caso.

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